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Bahia tem 15 candidatos com contas rejeitadas ou irregulares nos tribunais de contas e que disputam as eleições de 2026; confira os nomes

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Um levantamento revelado pela Fiquem Sabendo, realizado a partir do cruzamento de dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com informações do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) e do Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA), identificou 15 candidatos baianos registrados para disputar as eleições de 2026 que possuem apontamentos nas cortes de contas baianas.

A relação reúne ex-prefeitos, ex-gestores públicos e ordenadores de despesas que tiveram pareceres desfavoráveis ou contas julgadas irregulares pelos órgãos de controle. Os nomes concorrem a cargos de deputado estadual, deputado federal e suplências.

Candidatos com apontamentos no TCM-BA:

  • Silva Neto (Avante), candidato a deputado estadual — 4 registros;
  • Elinaldo (União), candidato a deputado estadual — 1 registro;
  • Carlinhos Sobral (MDB), candidato a deputado estadual — 1 registro;
  • Charles Fernandes (PSD), candidato a deputado federal — 1 registro;
  • Elmo Vaz (Avante), candidato a deputado federal — 1 registro;
  • Juscelino de Irará (União), candidato a deputado estadual — 3 registros;
  • Jusmari Oliveira (PSD), candidata a deputada estadual — 1 registro;
  • Binho de Mota (PSDB), candidato a deputado estadual — 2 registros;
  • Marcone Amaral (PSD), candidato a deputado estadual — 3 registros;
  • Marão (Avante), candidato a deputado estadual — 3 registros;
  • Moema Gramacho (MDB), candidata a deputada federal — 1 registro;
  • Rodrigo Hagge (PSDB), 2º suplente — 3 registros.

Candidatos com apontamentos no TCE-BA:

  • Cleiton Lin (PDT), candidato a deputado federal — 1 registro;
  • Edvaldo Brito (PSD), 1º suplente — 1 registro;
  • Joseildo (PT), candidato a deputado federal — 1 registro;
  • Marão (Avante), candidato a deputado estadual — 1 registro.

O levantamento utilizou o CPF dos candidatos para cruzar os dados dos tribunais com os registros do TSE, evitando divergências causadas por homônimos. A inclusão nas listas dos tribunais de contas não implica inelegibilidade automática. A análise sobre a regularidade das candidaturas cabe à Justiça Eleitoral, que avalia cada caso individualmente.

Além disso, decisões dos órgãos de controle podem ser alvo de recursos administrativos ou questionamentos judiciais, o que pode modificar seus efeitos ao longo da tramitação dos processos.

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